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Quando se trata do cérebro, parece que novas descobertas surgem a cada dia. Em primeiro lugar, agora sabemos que o cérebro é adaptável; você não está preso àquilo com que nasceu. Em segundo lugar, você pode, de fato, desenvolver novas habilidades mentais ao longo da vida.
Agora, neurocientistas descobriram algo novo sobre o funcionamento interno das células cerebrais, também conhecidas como neurônios. Um neurônio é composto por um corpo celular (soma), dendritos e um axônio.
Até recentemente, a comunidade científica acreditava que somáticas eram a principal central de energia do cérebro. Em outras palavras, o motor principal que impulsionava todos os pensamentos e ações.
Uma nova pesquisa de cientistas da UCLA sugere, no entanto, que os dendritos podem gerar até 10 vezes mais atividade neuronal do que o soma. Um dendrito funciona como uma "antena" da célula nervosa; ele recebe sinais de outras células nervosas.
Os dendritos constituem mais de 90% do nosso tecido neuronal. Consequentemente, isso significa que o seu cérebro é capaz de produzir mais de 100 vezes mais sinais elétricos do que se acreditava anteriormente.
Como os dendritos são estruturas ramificadas extremamente longas e frágeis, medi-los provou ser muito difícil. No entanto, os pesquisadores da UCLA desenvolveram uma técnica para investigar como eles funcionam em ratos.
A técnica levou à descoberta da atividade elétrica superpotente dos dendritos. Um dos pesquisadores explicou: “Descobrimos a vida secreta dos neurônios, especialmente nas extensas ramificações neuronais… [isso] muda fundamentalmente a natureza da nossa compreensão de como o cérebro processa informações.”
O estudo também revelou uma segunda surpresa: o cérebro é tanto digital quanto analógico. De forma semelhante a um computador, o aspecto digital do nosso cérebro permite alternar entre estados neuronais ativos e inativos para nos comunicarmos. Os dendritos, por outro lado, parecem funcionar de maneira mais analógica. Por exemplo, eles geram sinais elétricos ondulatórios, semelhantes a transmissões de rádio ou televisão, para enviar mensagens no cérebro.
Essa descoberta é revolucionária porque revela que os estados cerebrais podem ser muito mais complexos do que se imaginava anteriormente. O estudo também revelou que a atividade dendrítica é responsável pelo comportamento geral dos ratos, com muito mais frequência do que a atividade na parte principal dos neurônios.
As valiosas descobertas do estudo certamente ajudarão a abrir novos caminhos de pesquisa que poderão mudar radicalmente nossa compreensão do cérebro humano. Em outras palavras, poderemos descobrir do que o cérebro é capaz e como ele aprende em um nível mais fundamental.
"Nossos resultados indicam que a aprendizagem pode ocorrer quando o neurônio de entrada está ativo ao mesmo tempo que um dendrito está ativo - e pode ser que diferentes partes dos dendritos estejam ativas em momentos diferentes, o que sugere muito mais flexibilidade em como a aprendizagem pode ocorrer dentro de um único neurônio", disse Jason Moore, um dos membros da equipe.
Essa potencial mudança de paradigma na neurociência também pode aumentar a importância da neuroplasticidade. Ela poderia, potencialmente, esclarecer como algumas intervenções cognitivas podem produzir melhorias drásticas no desempenho mental. Com nove vezes mais massa cerebral responsável por como percebemos, pensamos e nos comportamos, encontrar maneiras de explorar efetivamente a neuroplasticidade será cada vez mais importante.






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